Personalidades e entidades que defendem nosso patrimônio são reconhecidas pela Câmara de Ouro Preto

Ouro Preto,
27 de Dezembro de 2011

No dia 14 de dezembro, a Câmara de Ouro Preto concedeu a Medalha João Velloso a 10 personalidades e entidades que se destacam na preservação e recuperação do Patrimônio Cultural e Natural do Município. João Batista Ferreira Velloso (1860 – 1954), o qual dá nome à Medalha, foi ex-presidente do Legislativo municipal, ex-prefeito de Ouro Preto e defensor do Patrimônio ouro-pretano.

Foram agraciados com a Medalha João Velloso: Edson Toledo; Gabriel Gobbi; Kátia Maria Nunes Campos; Luiz Gordiano Gonçalves; e Maurício Monteiro. Em hors concours, foram homenageados: E. M. Professora Juventina Drummond; Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop); Programa “Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania”; Projeto “Tudo de Cor para Ouro Preto”; e o Site “Revista Museu: cultura levada a sério”.

A Medalha foi criada pela Resolução nº03/2003 e contou, neste ano, com Conselho formado por: Presidente da Câmara Municipal, Maurílio Zacarias (PMDB); Vereadores Léo Feijoada (PSDB) e Luiz Gonzaga (PR); o Secretário de Governo de Ouro Preto, Zaqueu Astoni; a Historiadora do Escritório Técnico do IPHAN em Ouro Preto, Simone Fernandes; a Chefe da Seção de Difusão do Acervo e Promoção Cultural do Museu da Inconfidência, Margareth Monteiro; e a Presidente da Federação das Associações de Moradores de Ouro Preto (Famop), Rosilene de Jesus Cardoso.

Segundo o Presidente da Câmara Municipal, vereador Maurílio Zacarias, a homenagem soma-se às iniciativas de reconhecimento realizadas pelo Legislativo em 2011. “A Câmara, nesse ano de tricentenário, fez várias homenagens a pessoas e instituições merecedoras e de destaque, pois é preciso valorizar quem defende o patrimônio histórico, natural e cultural de Ouro Preto”, relatou Maurílio.

A agraciada com a Medalha João Velloso, Kátia Maria Nunes Campos, historiadora que é também co-autora dos projetos museográficos do Memorial da Câmara de Ouro Preto, desenvolve atualmente uma pesquisa sobre a população colonial do bairro Antônio Dias, a qual abrange a família de João Velloso. “A gente acredita que o pioneirismo do João Velloso é de carácter internacional, porque pesquisamos longamente e não descobrimos nenhuma lei patrimonial no mundo inteiro anterior à lei dele. Então, ele representa um avanço em termos mundiais, em termos da preservação do patrimônio”, relatou a historiadora.

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