Obras em hospital causam revolta de paciente

Mariana,
31 de Julho de 2013

No início do mês de julho, o morador de Mariana, Alessander Pery Lopes Thomaz, solicitou a presença da Polícia Civil de Mariana no Hospital Monsenhor Horta. O motivo foi o incômodo que uma obra no local estaria causando aos pacientes que procuravam atendimento no hospital.

Segundo Alessander, ele precisou se encaminhar ao hospital devido a uma crise alérgica, que se agravou pelo fato dele ter entrado em contado com a poeira que se encontrava no local, culpa de uma obra que estava sendo realizada no mesmo ambiente em que a comunidade aguardava pela marcação de consultas.

Alessander diz ter solicitado a presença de uma responsável pela administração do local, Edla do Carmo Rodrigues, que não concordou com a queixa do rapaz. O Boletim de Ocorrência solicitado pelo denunciante, e redigido pela Polícia, afirma que Alessander desejava a mudança do local de marcação das consultas, ao passo que a administração do hospital considerou tal ação impossível, descartando a paralisação da obra. A administradora, porém, teria sugerido ao jovem que aguardasse pelo atendimento no interior do hospital, onde não havia poeira, mas ele não aceitou.

Alessander diz não ter aceitado mudar de lugar porque sua reivindicação era por um melhor planejamento por parte do hospital, para evitar situações semelhantes futuramente, uma vez que o local da recepção do hospital poderia ter sido alterado previamente. O Hospital afirmou não compreender o motivo do alarde, já que a instituição tentou tomar o maior cuidado possível durante a obra.

A Assessoria de Comunicação do Hospital Monsenhor Horta explicou que, durante todo o período de reforma sinalizou com cones, faixas e demais itens de identificação visual, “mas que toda e qualquer obra tem seus desconfortos para todas as partes”. Foi informado ainda que a obra foi sim planejada para ser realizada com o mínimo de transtornos e poeira possíveis, e com todas as medidas previstas pela Vigilância Sanitária. A obra de instalação de novos pisos durou dois dias.

Obras em hospital causam revolta de paciente
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