Sábado, 12 de Novembro de 2011

Relacionamento conjugal

Em 1 Pedro 3:1-7, temos instruções bem simples e claras tanto aos maridos quanto às esposas. Ao se dirigir a cada um dos dois, o apóstolo começa usando a palavra “igualmente”: “Mulheres, sede vós igualmente submissas a vosso próprio marido…” e “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar com discernimento…” ora, igualmente a quê ou a quem? O autor está falando de Jesus: “Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos”. Jesus sofreu calado, sem revidar, sem fazer ameaças. Mas não apenas isso. “Ele se entregou nas mãos daquele que julga retamente”. Esse é o segredo. No verso primeiro, a ordem ainda é que a mulher ganhe o seu marido sem palavra alguma, portanto devemos nos calar, porque temos falado demais. O homem elabora as coisas distintamente da mulher, enquanto ele aprecia o silêncio, a mulher fala, fala, fala... a melhor receita é encher a boca de água quando o marido chega do trabalho, senão corremos o risco de deixá-lo desesperado. A mulher sábia edifica a sua casa. Com o seu comportamento cheio de temor, ela saberá a hora para dialogar certos assuntos e a comunicação entre o casal não será prejudicada. Como o exemplo de Jesus serve de orientação para os maridos? É só ver a maneira como Ele sempre tratou as mulheres com quem se relacionou – com dignidade, respeito, compreensão, firmeza e carinho e fragilidade. O mandamento é que os maridos amem as suas esposas como Cristo amou a igreja e se entregou por ela. No verso sete de 1 Pedro 3, diz claramente que se o homem não amar a esposa com a devida consideração, certamente suas orações não serão respondidas.


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